Aplicando-se essa lógica em maiores proporções, conservar uma reles excelência em cada post de um blog talvez seja a correspondência mais ínfima desse princípio na era digital. Postar em um blog é como escrever um diário, só que público. E estrear um blog é como apresentar-se em uma reunião, só que privada. Enquanto os dedos de um blogueiro datilografam nervosamente as linhas de cada texto, a sua mente salpica-se de reflexões internas, ainda que das mais superficiais. No caso de uma crônica, essas reflexões são ainda mais profundas. Quando se dá partida em um blog, tais reflexões expandem-se em devaneios futurísticos e pensamentos semiconcretos sobre o porvir. Expectativas, dúvidas e planos são comprimidos no espaço de uma postagem. O resultado é um texto de estreia.
Se você tiver lido até aqui, é possível que esteja se perguntando o porquê de eu dar estas explicações sem fazer eu mesmo uma introdução ao blog. Bom, se você tiver lido até aqui, já deve ter entendido que esta introdução já está feita. Afinal de contas, o propósito de um texto de abertura não é apresentar o blog? Pois bem. O texto está aí; interprete-o como quiser.
Se você tiver lido até aqui, é possível que esteja se perguntando o porquê de eu dar estas explicações sem fazer eu mesmo uma introdução ao blog. Bom, se você tiver lido até aqui, já deve ter entendido que esta introdução já está feita. Afinal de contas, o propósito de um texto de abertura não é apresentar o blog? Pois bem. O texto está aí; interprete-o como quiser.
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